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30.3.13

Estúdio (Porto)


Interior do Cine Estúdio

(Fotografia retirada de planetário-porto.pt)

O Cine Estúdio foi inaugurado em 1967, numa época em que as salas estúdio com reduzida lotação estavam em expansão.
Com uma lotação de apenas 70 lugares, esta pequena sala soube manter uma programação de qualidade que lhe permitiu sobreviver até aos anos 90.
Já no século XXI, depois de remodelado, o Cine Estúdio voltou a abrir portas, continuando a exibir filmes diariamente.

Localização: Rua de Costa Cabral

1.1.13

Júlio Deniz (Porto)


Cinema Júlio Deniz

 Fachada do Cinema Júlio Deniz
Planta do Cinema Júlio Deniz

(Planta retirada do Arquivo Municipal do Porto; Fotografias retiradas da Wikipedia)

O Cinema Júlio Deniz foi inaugurado nos anos 40. Era na época uma das maiores salas do Porto, com plateia e balcão. A qualidade da sala nunca foi argumento suficiente para lhe retirar o rótulo de cinema de bairro. Ao longo da sua existência foi tendo sempre programações alternativas às salas principais da cidade, onde se efetuavam as grandes estreias.
Nos anos 70 começou a exibir filmes porno e assim se foi mantendo nas décadas seguintes, estando aínda ativo.

Localização: Rua Costa Cabral nº 323

16.10.12

Auditório Nacional Carlos Alberto (Porto)


(Fotografia e fonte www.portoantigo.org)

Inícialmente projetado como teatro, este edifício foi construído nos antigos jardins do Palácio do Barão do Valado, onde o rei da Sardenha, Carlos Alberto, ficou alojado por algumas semanas em 1849, recebendo o seu nome como homenagem. Foi inaugurado a 14 de Outubro de 1897.
No século XX, passou a dedicar a sua programação também ao cinema.
Foi alugado pela Secretaria de Estado da Cultura em finais da década de 70, e em 1980 adotou a designação de Auditório Nacional Carlos Alberto, tornando-se durante vários anos um importantíssimo pólo de divulgação de cinema. Lá, realizaram-se as primeiras edições do festival de cinema Fantasporto.
Encerrou em 2000 mas no ano seguinte foi adquirido pela Sociedade Porto 2001, por altura da capital europeia da cultura, sendo reaberto a 15 de Setembro de 2003, após remodelação e modernização.
Atualmente, é gerido pelo Teatro Nacional de São João.

Localização: Rua das Oliveiras nº42

1.10.12

Rivoli (Porto)


 Fachada do Cine-Teatro Rivoli

 Interior do Rivoli

Palco do Rivoli

Interior original do Rivoli

(Fotografias e fontes retiradas do blog: cinemasparaiso.blogspot.pt ; http://pt.wikipedia.org/wiki/Teatro_Rivoli e livro "Cinemas de Portugal")

O Cine-Teatro Rivoli é uma das mais emblemáticas salas de espetáculos do país. Foi durante muitos anos o maior cinema do país e é um símbolo de resistência da cultura face às investidas contra o património histórico e cultural português.
Inaugurado em 1913, foi apelidado de Teatro Nacional. Em 1923, a juntar à excelente programação da qual fazia parte teatro, ópera e concertos, dava-se início às sessões de cinema.
A crescente popularidade do cinema levou a que fosse repensada a estrutura da sala, de forma a poder ser modernizada e melhor adaptada à função de cinema. As obras começaram em 1929 e em 1932 era inaugurado o novo Cine-teatro Rivoli, projetado pelo engenheiro e arquiteto Júlio Jósé de Brito, com menor dimensão que a sala original mas com as mais modernas e funcionais instalações existentes à data. O Rivoli manteve toda a programação cultural do antigo teatro e passou a receber também cinema sonoro e companhias de bailado. Ente 1942 e 1946 foram levadas a cabo obras de remodelação da fachada e dos interiores sendo também acrescentados elementos ornamentais e decorativos que embelezaram o edifício.
O período áureo do Rivoli deu-se entre os anos 40 e 60,  com uma programação de altíssima qualidade, muito graças à gestão levada a cabo por Maria Borges.
Nos anos 70 a situação inverteu-se. Devido a dificuldades financeiras as condições da sala foram-se degradando e os equipamentos tornaram-se obsoletos. Por arrasto, também a programação começou a ser cada vez mais intermitente o que levou a uma ausência cada vez maior de público.
Em 1989 e perante uma situação de perigo irreversível de ruína, a Câmara Municipal do Porto decidiu adquirir o edifício. Em 1992 o Rivoli encerrou para remodelação total. O programa de recuperação permitiu transformar aquilo que era um Cine-Teatro convencional num centro multi-funções onde passou a ser possível albergar várias atividades culturais e de lazer.
Em Outubro de 1997 abria portas o novo Rivoli Teatro Municipal, com gestão da Culturporto.
Em 2006 a Câmara Municipal anunciou que iria entregar a gestão cultural e financeira do Rivoli a entidades privadas, levando a um coro de protestos que culminaram com a ação levada a cabo em Outubro do mesmo ano por cerca de 30 pessoas. Entre os autores do protesto contavam-se elementos do "Teatro Plástico", cidadãos anónimos e pessoas ligadas à vida cultural da cidade, que se barricaram no interior do edifício. Perante a enorme pressão da opinião pública para que fosse tomada uma decisão, o executivo em funções, em Dezembro de 2006 e após uma reunião extraordinária, tomou a decisão de atribuir a gestão do Rivoli ao encenador e produtor Filipe La Féria. A conceção seria por um período de 4 anos de Maio de 2007 a Maio de 2011. Em 2012 o Rivoli recebeu um dos mais conceituados festivais internacionais de cinema do nosso país a nivel internacional, o Fantasporto.
O Rivoli é um exemplo perfeito de como é possivel enquadrar as grandes salas de cinema do passado nas necessidades da sociedade atual. O complexo do Rivoli Teatro Municipal é composto atualmente pela sala principal com capacidade para 1600 espetadores, o pequeno auditório que pode albergar 174 pessoas, uma livraria, um café-concerto Restaurante e um café-bar.

Localização: Praça D. João I

23.8.12

Trindade (Porto)



Os vitrais da bela fachada do Cinema Trindade

Interior da atual sala 1

O Cinema Trindade foi inaugurado a 14 de Junho de 1913 e é um dos mais antigos cinemas portugueses ainda em atividade. A sua lotação original era de 1191 lugares, distribuídos por plateia, 1º e 2º balcões, fazendo dele uma das maiores salas do país à data. Nos anos 80, seguindo o que sucedeu com outras salas de cinema, para fazer face à concorrência dos multiplex dos centros comerciais, a sala principal foi cortada em duas. À sala maior foi dado o nome de Cinema Trindade e à outra sala, um estúdio de menores dimensões, o nome de Salão Jardim Trindade. Estas salas encerraram em 1989, sendo convertidas durante os anos 90 em bingo. Este fechou no ano 2000, ficando o edifício sem atividade durante 8 anos. Em 2008, a organização do festival Indie, já com algumas edições de grande sucesso em Lisboa, decidiu alargar o festival até à cidade do Porto, utilizando as instalações do Cinema Trindade. Após o festival, a  associação cultural portuense Plano B, efetuou contactos com o intuito de passar a utilizar o espaço e de trazer de novo o cinema ao centro da cidade. No novo hall da sala principal passaram a figurar máquinas de projeção, bobinas, cartazes, programas, fotografias e revistas de cinema que foram recuperadas pela Plano B durante a limpeza do recinto e o Trindade reabriu assim com um novo brilho.

Localização: Rua Ricardo Jorge

24.9.11

Cine-Teatro do Bairro Alto (2011 - Actualidade)


Interior do Cine-Teatro do Bairro


Fachada do Cine-Teatro do Bairro



A mais recente sala de espectáculos da capital portuguesa chama-se Teatro do Bairro. Foi inaugurado em Março de 2011 e rapidamente os ciclos de cinema juntaram-se ao teatro, seguidos pela música e pela dança. Actualmente, funciona como um Cine-Teatro. Apesar do nome oficial ser Teatro do Bairro, depressa ficou conhecido como Teatro do Bairro Alto, por se localizar nesse bairro lisboeta. A sala de pequenas dimensões (100 lugares) tem um ar acolhedor e a disposição em anfiteatro vertical, bem como a proximidade do palco, permitem uma visão e acústica perfeitas de qualquer ângulo. O Teatro veio ocupar a sede do jornal "Diário Popular", que fechou em Setembro de 1991. Parabéns a quem teve a feliz ideia de converter o edifício numa sala de espectáculos e o livrou do abandono.


Localização: Rua Luz Soriano n.º 63

Instituto Francês de Portugal (1984 - Actualidade)


Auditório Philippe Fridman


Interior do Auditório Philipe Fridman



Criado em 1937, o Instituto Francês de Lisboa teve desde sempre uma forte ligação com o mundo das artes. Como tal o cinema e mais concretamente a divulgação do cinema francês estiveram desde sempre presentes. Em 1984 a mudança de instalações do antigo Palácio de Santos para a actual morada na Av. Luis Bivar possibilitou a inauguração de novos espaços com instalações modernas que passaram a albergar, salas de exposições, uma mediateca, um café-restaurante, o Auditório Philippe Fridman e ainda um auditório de menores dimensões com o nome de Studio 2. É nos dois auditórios que regularmente os visitantes podem assistir às sessões de cinema que se realizam durante todo o ano com vários ciclos de cinema francês e também o conceituado festival "Festa do Cinema Francês" que já se realiza há 11 anos. A sala principal baptizada de Auditório Philippe Fridman tem capacidade para acolher 250 espectadores.


Localização: Av. Luis Bivar nº81

5.3.10

São Jorge (1950 - Actualidade)


Fachada do São Jorge

Plateia

Interior do Cinema São Jorge

Vista geral do interior do São Jorge

Hall e Bar

Actual sala 1

Actual Sala 2

Actual Sala 3

Planta Original da Plateia

Planta do Balcão


(Plantas e fotografias retiradas do Arquivo Municipal de Lisboa e da Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian)


O Cinema São Jorge foi inaugurado em 1950 e era à data da sua inauguração a maior sala de cinema do país com os seus 1858 lugares. Possuía inovações tecnológicas pouco habituais para a época, designadamente ar condicionado, um sistema central de aspiração interna e um piano eléctrico. O palco acolhia um magnífico órgão de cinema elevatório, ainda hoje recordado com saudade por muitos lisboetas. Em 1982 sofreu obras de remodelação para se adaptar aos novos tempos. Sacrificou-se muito do seu interior para que pudesse ser transformado em 3 salas. No piso térreo ocupando a área da antiga plateia nasceram as salas 2 e 3 e um café-concerto, enquanto no piso 1 nasceu a sala 1 ocupando a área do antigo balcão. Com os seus 848 lugares a sala 1 é ainda hoje a maior sala de cinema de Lisboa em actividade. A sala 2 tem 100 lugares e alberga também o café-concerto e a sala 3 tem 181 lugares. No ano 2000 a C.M.L. exerce o direito de compra do imóvel e procede à renovação e restauro da fachada e interior do edifício. Em 2007 são efectuadas novas obras de restauro. Actualmente o São Jorge recebe regularmente festivais de cinema, ante-estreias, concertos de música e espectáculos de teatro e dança.

Localização: Av. da Liberdade nº 175

17.2.10

Central (1908 - Actualidade)


Planta do Salão Central

Interior do Salão Central

Palácio Foz, onde se localiza o Salão Central


Salão Central

Fachada do Salão Central

(Fotografias retiradas do Arquivo Municipal de Lisboa)


Inaugurado em 1908, o Salão Central era na época a sala de cinema mais luxuosa de Lisboa. A sala de cinema foi construída na capela privativa do palácio. A partir de 1917 passou a ter uma orquestra para fazer o acompanhamento musical de todos os filmes. O Salão Central podia acomodar 425 espectadores. Em 1923 o seu número de público tinha decaído devido à abertura de várias salas em diferentes pontos da cidade e acabou por encerrar. Foi recuperado em 1958, passando a albergar as instalações da Cinemateca Portuguesa até 1980, data em que a Cinemateca se mudou para as actuais instalações. A partir dos anos 80 passou a funcionar como Cinemateca Júnior, função que mantém até hoje. A orquestra já não existe mas possui um piano para fazer o acompanhamento dos filmes mudos, aliás como acontece também com as outras salas da Cinemateca. O espaço do agora denominado Salão Foz possui também uma exposição interactiva de pré-cinema denominada "Das Lanternas Mágicas ao Cinematógrafo dos Lumière" onde podemos fazer uma viagem pela história dos primórdios do cinema, desde as sombras de luz aos cinematógrafos. Todos os sábados há sessões de cinema.

Localização: Praça dos Restauradores

11.2.10

Campo Pequeno (2007 - Actualidade)


Campo Pequeno

Sala Cinemax

Sala Kids

Sala Love

Sala Scary Room

Planta da Sala 1

Planta da Sala 2

Planta da Sala 3

Planta da Sala 4

Planta da Sala 5
Planta da Sala 6

Planta da Sala 7

Planta da Sala 8


No dia 18 de Maio de 2006 após profundas obras de restauro e modernização foi inaugurado o novo Campo Pequeno. Datada de 1892 a velha Praça de Touros do Campo Pequeno foi toda renovada dando origem à nova Arena multiusos de Lisboa com capacidade para 10 000 espectadores. Foi construída uma cobertura que permite ao recinto receber espectáculos durante todo o ano. Nas galerias existe agora o Museu de Tauromaquia e vários restaurantes com esplanada para o exterior no também renovado Jardim Marquês de Marialva. Por baixo da Arena nasceu um centro comercial e um parque de estacionamento. Em 2007 foram inauguradas as 8 salas Cinema City, compostas por 4 salas temáticas e 4 generalistas. O bar dos cinemas tem um ambiente fantástico com uma decoração toda inspirada no cinema e funciona até às 3:00. As salas têm as respectivas capacidades: Sala 1, 124 lugares; Sala 2, 268 lugares; Sala 3, 189 lugares; Sala 4, 198 lugares; Sala 5, 94 lugares; Sala 6, 107 lugares; Sala 7, 100 lugares; Sala 8, 105 lugares.

Localização: Av. da República

7.2.10

Monumental (1993 - Actualidade)


Fachada do Monumental


Inaugurado em 1993 o novo Monumental nada tem a ver com a mítica sala de cinema com o mesmo nome que durante 4 décadas ocupou o local. O novo edíficio envidraçado e despojado dos ornamentos clássicos característicos do seu antecessor, recebeu nos pisos superiores escritórios e nos inferiores um centro comercial, dentro do qual nasceram 4 mini cinemas monumentais. A sala 1 tem capacidade para 259 espectadores, a sala 2 pode acomodar 124 espectadores e a sala 3, 124 espectadores. A sala 4 também conhecida como cine-teatro é a principal e maior com capacidade para 378 espectadores. Em 2007 o Centro sofreu uma grande renovação com melhorias significativas.

Localização: Praça Duque de Saldanha

30.1.10

Cinema City Alvalade (2009 - Actualidade)


Fachada do Cinema City Alvalade

Átrio Central

Interior da Sala 1

Interior da Sala 2

Interior da Sala 4

Planta da Sala 1

Planta da Sala 2

Planta da Sala 3

Planta da Sala 4


Em 2009 no local do antigo Cinema Alvalade abriu portas um novo complexo de cinemas com o nome Cinema City Classic Alvalade. O conceito arrojado de abrir um complexo de salas de cinema independentes dos centros comerciais tem tido uma resposta muito positiva com cada vez mais gente a frequentar o local. No seu interior predominam obras de pintura e escultura que fazem juz ao nome Classic. Na escadaria do átrio central podemos encontrar o painel que fez parte do antigo Cinema Alvalade e foi recuperado para simbolizar no novo Alvalade o legado do passado. O City Café é um espaço muito agradável onde se podem comer refeições ou apenas beber café num ambiente acolhedor. As salas têm as respectivas capacidades: Sala 1-> 102 lugares; Sala 2-> 92 lugares; Sala 3-> 114 lugares; Sala 4-> 82 lugares.

Localização: Av. de Roma nº 100