16.4.13
Stop (Porto)
14.4.13
Pedro Cem (Porto)
3.4.13
Charlot (Porto)
2.4.13
Estúdio Foco (Porto)
3.3.13
Nun´Álvares (Porto)
1.11.12
Olympia (Porto)
A sala tinha lotação para 600 pessoas e foi classificada como tendo instalações modernas e luxuosas. Para além das sessões de cinema, o Olympia também recebeu eventos musicais e peças de teatro. Depois de ter sido comprado pela empresa Neves & Pascaud continuou a prosperar. Durante os anos 60 teve uma programação muito virada para os westerns, na década de 70 para o cinema de ação e de artes marciais, seguindo a tendência da época.
1.7.12
Águia D´Ouro (Porto)
6.2.12
Batalha (Porto)
Interior do Cinema BatalhaInaugurado a 3 de Junho de 1947, segundo o projeto do arquiteto Artur Andrade, o Batalha foi construído no local do antigo Salão 'High Life', outra mítica sala de cinema portuense. Foi uma inauguração polémica à data, devido ao excesso de zelo por parte do estado novo que mandou destruir um mural da autoria de Júlio Pomar que se encontrava no foyer e que foi apelidado de subversivo. Destino não menos polémico teve o magnífico mural da fachada, delapidado pela ignorância dos senhores do poder devido ao facto de ter nele representados uma foice e um martelo. O edifício foi concebido para albergar, para além da sala principal com capacidade para 950 espectadores, um auditório apelidado de Sala Bébé com capacidade para 135 espectadores, dois bares e um restaurante com esplanada. Em 2000 fechou devido à forte concorrência dos multiplex dos centros comerciais, mas em Maio de 2006 reabriu graças a uma parceria entre a Câmara do Porto e a Associação de Comerciantes. O espaço foi reformulado sendo modernizado de forma a proporcionar maior conforto aos visitantes. A nova configuração reduziu a capacidade da sala principal para 935 espectadores e o pequeno auditório passou a poder acolher 100 espectadores. O restaurante permaneceu mas um dos dois bares foi encerrado. Em 31 de Dezembro de 2010, tendo finalizado o contrato de gestão, o Gabinete Comércio Vivo entregou o edifício aos proprietários, estando o mesmo encerrado desde então. Esperemos que a voz dos portuenses se faça mais uma vez ouvir para salvar o Batalha, tal como aconteceu com o Coliseu e o Rivoli.
Localização: Praça da Batalha nº 47
2.11.10
Rossio Palace (1910 - 1914)
Em 1910, pouco antes da implantação da República abria ao público o cinema Rossio Palace. Situava-se no 2º andar do Palácio Regaleira no Largo de São Domingos em frente à igreja com o mesmo nome a dois passos do Rossio. O Palácio deve o nome ao seu proprietário, o Conde de Regaleira e na época para além do cinema no 2º piso nele se localizava também um Centro Repúblicano que ocupava o 1º piso. Apesar da localização bastante central o Rossio Palace esteve aberto ao público apenas durante 4 anos. Como sucedeu com outras salas de pequenas dimensões suas contemporâneas, era frequente após o final das sessões nocturnas e já a adiantadas horas da noite a exibição de filmes pornográficos. Apesar do cinema já não existir o palácio ainda lá está para quem o quiser apreciar, em excelente estado de conservação com uma fachada bastante cuidada.
Localização: Largo de São Domingos nº 15
10.2.10
Saldanha Residence (1998 - 2011)
Inauguradas em 1998, as Galerias Saldanha Residence possuem 4 salas de cinema, que curiosamente se chamam Monumental Saldanha. Isto deve-se ao facto destas salas serem uma extensão das 4 salas do complexo de cinemas do Monumental, daí serem denominadas por salas 5, 6, 7 e 8. A Sala 5 tem capacidade para 150 pessoas; a sala 6 tem capacidade para 201 espectadores; a sala 7 pode acomodar 124 espectadores e a sala 8 tem uma capacidade de 137 lugares. As inúmeras notas negativas por parte dos criticos e dos frequentadores em relação à comodidade e qualidade das salas bem como as vibrações e o ruído provocados pela proximidade do túnel do Metro acabaram por ditar o encerramento das salas em Maio de 2011.
Localização: Av. Fontes Pereira de Melo Nº 42 E
29.1.10
Mundial (1965 - 2004)
Cinema MundialLocalização: Rua Martens Ferrão nº 12A
25.1.10
Pathé (1973 - 1987)
Em 19 de Dezembro de 1973 o antigo Cinema Imperial foi substituido por um novo edifício. Uma mudança radical que fez também regressar o nome original de Pathé. Posteriormente regressaria ao nome Imperial. Após novas alterações, em que foi melhorada a comodidade e realizadas outras melhorias, reabriu ao público como Cinema Pathé, passando de sala de reprise a cinema de estreia, acompanhando os mais prestigiosos cinemas de Lisboa. Nos anos 80 começou a perder público progressivamente e acabaria por encerrar. No início dos anos 90 funcionou como discoteca e mais tarde acabaria por fechar. Actualmente o edifício está emparedado e abandonado à espera de melhores dias.
Localização: Rua Francisco Sanches nº 154
11.1.10
ABCine (1977 - 1992)
Fachada do Centro Comercial Alvalade, onde se localizava o ABCineLocalização: Praça de alvalade nº 6 D
10.1.10
Odéon (1927 - 1993)
Interior do Cinema Odéon
Fachada do Cinema Odéon
Cinema Odéon
Planta original do Cinema Odéon
Fachada do Odéon
(Fotografia e Planta retiradas do Arquivo Municipal de Lisboa e do livro "Cinemas de Portugal")
O Cinema Odéon é a última maravilha Art Deco clássico existente na cidade de Lisboa. O Odéon foi inaugurado em 1927. Foi modernizado em 1931 recebendo as galerias metálicas que ainda hoje o caracterizam. O interior é notável, com uma cobertura em madeira escura pau-Brasil na forma da quilha de navio, o palco com frontão Art Deco, e o lustre central com raios de luzes néon. Composto por plateia, dois balcões e camarotes, pode acomodar 691 espectadores. Possui também um mecanismo que permite que a sala seja iluminada com luz natural se assim se desejar. Na segunda metade dos anos 80 passou a exibir sessões de cinema porno e já nos anos 90 viria a encerrar. Actualmente está no meio de uma batalha judicial entre as autoridades, que prentendem a sua requalificação e classificação como património de interesse histórico e cultural, e o seu proprietário que se recusa a negociar e a fazer as obras de restauro propostas pelo IGESPAR e pelo IPPAR.
9.1.10
Olympia (1911 - 2001)
O eixo que atravessa a Rua dos Condes e a Rua das Portas de Santo Antão sempre teve um papel importante na vida cultural da cidade de Lisboa com inúmeras salas de espectáculo desde sempre ali sediadas. Os Condes de Castelo Melhor antes de 1755, tiveram o seu primeiro Palácio no sítio que hoje vemos limitado pela Rua dos Condes e pela travessa de Santo Antão. A seguir, pela actual Avenida da Liberdade acima até ao Largo da Anunciada, estendia-se outro Palácio, o dos Condes da Ericeira. E onde temos hoje o Ateneu Comercial de Lisboa, na Rua das Portas de Santo Antão, ficava a morada dos Condes de Povolide. É natural, portanto, que toda aquela zona ficasse conhecida pelo sítio "dos Condes" e que a rua viesse a ter o mesmo nome.
Os Condes da Ericeira eram donos da maior parte do sítio onde existe hoje a Rua dos Condes até ao Largo da Anunciada. Já nessa época, se representava por ali no Pátio das Hortas dos Condes. Veio porém o terramoto e nem os Palácios resistiram. O Solar dos fidalgos ericeirenses foi destruído pelo terramoto de 1755. Logo no ano seguinte, pensou-se edificar numa parte do terreno um teatro. O Arquitecto italiano Petronio Manzoni encarregou-se do projecto, e ali surgiu o chamado Teatro da Rua dos Condes, que começou a funcionar em 1765. As gravuras da época mostram um edifício com vários camarotes. O Cinema Olympia foi inaugurado a 22 de Abril de 1911. Era composto por salões para concertos e para exibições animatográficas, um gabinete para leitura e um restaurante. Até 1975 foi um espaço consagrado ao cinema nacional, tendo também sido utilizado para peças de teatro e conferências. O Olympia tinha capacidade para 539 espectadores. Após o 25 de Abril entrou começou a exibir filmes pornográficos. Acabaria por ser definitivamente abandonado em 2001. O encenador Filipe La Féria comprou o espaço em 2008. No início de 2010 está prevista a reabertura do Olympia depois de obras de restauro. O projecto engloba para além da sala de espectáculos renovada e com nova tecnologia de som e luzes, também uma escola de artes cénicas.
27.12.09
222 (1979 - 2005)
444 (1966 - 1988)
(Fotografia Retirada do Arquivo Municipal de Lisboa)
Localização:Av. Defensores de Chaves nº 93 B
26.12.09
Twin Towers (2002 - 2008)
Fachada das Twin Towers de Sete-RiosInauguradas em 1998 as Twin Towers de Sete-Rios destacam-se pela envergadura do projecto. As torres têm 28 pisos cada, sendo os mais altos destinados a habitação e escritórios e nos pisos térreos uma galeria comercial na qual estão inseridas as salas de cinema Filmitalus. Tinham tudo para dar certo devido à localização junto à estação de comboios e de metro de Sete-Rios e à estação central de camionagem, e pelo facto de estarem localizadas junto a 4 hotéis e numa zona cheia de edifícios de escritórios de grandes dimensões. Mas o mau planeamento urbano e políticas erradas por parte dos responsáveis do Centro Comercial acabaram por ditar a morte destes cinemas e a quase morte anunciada a breve trecho do próprio Centro. Os ramais de acesso ao eixo norte-sul isolaram o acesso às torres do lado das estações de comboio e de metro, não deixando passeios que permitam aos peões aceder de forma segura às torres sem terem de dar uma volta enorme. As lojas vocacionadas apenas para um público de classe média alta e alta acabaram por fechar todas devido a falta de clientes e mais tarde os cinemas tiveram a mesma sorte. Subsistem o supermercado e um restaurante japonês que se mantêm devido ao número de pessoas que trabalham nas torres de escritórios da zona e que lá vão almoçar.
Localização: Rua de Campolide nº 33
16.12.09
Capitólio (1931 - 1980)
O Capitólio abriu portas em 1931, levando o cinema até ao Parque Mayer, que até aí tinha privilegiado a construção de teatros. Foi um sucesso pela modernidade e monumentalidade do projecto. Possuía um terraço, bastante concorrido ao qual se tinha acesso através de tapetes rolantes, o que constituía uma novidade absoluta na época. A sala era imensamente grande, podendo acomodar 2000 espetadores. Alguns anos depois da sua inauguração e após obras de modernização, a lotação foi reduzida para 1391 lugares. Os melhoramentos consistiram ainda na reconstrução da cabine de projeção, construção de um balcão, 27 camarotes e 4 frisas. Com a entrada em decadência do Parque Mayer, também o Capitólio acabaria por perder público e encerrar no início dos anos 80. Em 1983 foi decalarado imóvel de interesse público, mas nada foi feito desde essa altura para evitar que o abandono e a ruína tomasse conta do edifício. No novo milénio surgiu um projecto de grande envergadura destinado a reconverter o Parque Mayer e devolver ao espaço as luzes e público de outrora, mas no projecto estava prevista a demolição do capitólio com vista à construção de novas infra-estruturas. Um grupo de cidadãos lutou para que tal não acontecesse e conseguiu que o Capitólio fosse inserido no "World Monuments Fund", na lista dos 100 edifícios de interesse histórico mais ameaçados. Esta acção levou a que actualmente a C.M.L. tomasse a decisão de manter o Capitólio em pé e abrisse um concurso internacional para a restauração do mesmo segundo o projecto original do arquitecto Luis Cristino da Silva.
Localização: Travessa do Salitre - Parque Mayer
13.12.09
Quarteto (1975 - 2007)
O Quarteto na actualidadeLocalização: Rua Flores de Lima



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