22.3.12
Cine-Teatro Eden (Porto)
21.3.12
Salão-Jardim Passos Manuel (Porto)
Jardim e esplanada
Salão principal
Sala de espetáculos
Restaurante
Coreto
Central Elétrica20.3.12
Salão High-Life/Batalha (Porto)
Planta do antigo Cinema Salão High-Life/Batalha(Fotografia e planta retiradas do Arquivo Municipal do Porto)
18.3.12
Cine-Teatro Vasco da Gama (Porto)
16.3.12
Rendez-Vous D´Elite (Porto)
O Cinema Rendez-Vous D´Elite situava-se no Castelo da Foz do Douro e abriu ao público em Julho de 1907. O espaço pertencia à "Empreza Cynematográfica Portugueza", de Neves e Pascaud, que também geria o Salão High-Life. Foi concebido como cinema de projeção ao ar livre, vocacionado para atrair as famílias burguesas da cidade que durante o Verão passavam férias na Foz do Douro. As sessões esgotavam com frequência. A comodidade era ponto assente e o preço dos bilhetes assegurava uma afluência de elite. O facto de ser um local de projeção ao ar livre limitava a sua utilização aos meses de verão, não obstante, as sessões mantiveram-se um sucesso até à altura da 2ª Guerra Mundial. Com o fim da neutralidade por parte do nosso país, as principais cidades portuguesas tiveram de adotar medidas de defesa contra uma eventual invasão, sendo uma delas a redução da iluminação noturna ao mínimo, com exceção dos holofotes das anti-aéreas que varriam os céus regularmente em exercícios cada vez mais regulares. As últimas sessões, muito esporádicas, ocorreram por volta de 1944, culminando com o encerramento definitivo do espaço.
Localização: Castelo de São João Baptista da Foz
1.3.12
Salão Chiado (Porto)
O Salão Chiado do Porto foi uma pequena sala de cinema inaugurada em Agosto de 1907, tendo encerrado por volta de 1934. Localizava-se na Rua das Carmelitas e foi pioneiro na utilização de 'cupões de desconto'. Os 'cupões' eram publicados diariamente no "Jornal de Notícias" e davam um desconto de 20% na aquisição de um bilhete.
Localização: Rua da Carmelitas
20.2.12
Salão Pathé (Porto)
Inaugurado em Agosto de 1907, o Salão Pathé gozou de grande popularidade nos primeiros anos da sua existência. Segundo notícias publicadas na época, as sessões com lotação esgotada eram comuns. Tal sucesso era devido, em grande parte, ao facto de ser frequentado maioritariamente pela burguesia, atraída pelas excelentes instalações do salão, que eram consideradas na altura as mais completas, confortáveis e elegantes da cidade do Porto. Inicialmente, eram projetadas duas a três sessões diárias. Com o surgimento do cinema sonoro, o Pathé foi entrando em declínio e acabaria por encerrar por volta de 1932.
Localização: Rua da Conceição / Rua José Falcão
19.2.12
High-Life / Cordoaria (Porto)
Jardim João Chagas, antigo Jardim da Cordoaria, onde se localizava o 2.º Cinema High-Life construído no Porto18.2.12
High-Life / Boavista (Porto)
8.2.12
Cinema da Carvalhosa (Porto)
7.2.12
Cine-Foz (Porto)
Local onde terá existido o Cine-Foz(Fotografia do Cine-Foz cedida gentilmente pelo Senhor Oscar Malheiro)
16.9.11
Salão Portugal - Alfama (1919 - 1920)
Inaugurado a 11 de Outubro de 1919, o Salão-Portugal foi a primeira sala de cinema do bairro de Alfama. Foi construído dentro de um antigo armazém e tinha uma lotação total de 400 lugares, divididos entre a plateia e o balcão. Existia uma varanda com janelas amplas onde se podia apreciar a vista nos intervalos, bem como um bar ao lado do balcão. Apesar do excelente primeiro impacto causado, o Salão Portugal apenas conseguiu manter as portas abertas meio ano acabando por fechar em Março de 1920. Má gestão por parte da administração foi a principal causa apontada, na época, para o sucedido. Actualmente, a varanda já não existe mas ainda se pode ver no nº18 da Rua de São João da Praça uma rampa de acesso a um pátio onde se localizava o portão de entrada e à direita uma escada de pedra que dava acesso ao balcão.
Localização: Rua de São João da Praça nº 18
21.4.11
Cinema Portugália (1954 - 1955)
Cinema Império (1916 - 1918)
9.4.11
Belém Cinema (1925 - 1943)
4.4.11
Salão Edison (1919 - 1941)
31.12.10
Animatographo de Alcântara (1909 - 1922)
Inaugurado em 1909, com o nome de Grande Animatographo de Alcântara foi nos primórdios do cinema em Portugal uma das principais salas não só de Lisboa como do país. Era um dos mais vastos recintos da época embora tivesse instalações bastante modestas. Em 1914 ao mudar de proprietário muda também de nome passando a denominar-se simplesmente Animatographo de Alcântara. Na noite de 8 de Julho de 1918 um curto circuito deu origem a um violento incêndio que destruiu por completo o recinto. O publicista Ludgero Viana que era na época o empresário responsável pela exploração da sala não tinha nada coberto por seguros o que lhe valeu um prejuízo considerável. No entanto a propriedade propriamente dita, que abrangia o terreno e o imóvel, pertencia ao industrial J. Lino e essa estava coberta por um seguro. No final do ano foram iniciadas as obras de reconstrução que foram executadas em tempo recorde permitindo a reabertura ao público em Janeiro de 1919. O Animatographo de Alcântara continuou a sua actividade até 1922, ano em que encerrou em definitivo.
Localização: Av. 24 de Julho nº 174
Gil Vicente (1926 - 1930)
O Cinema Gil Vicente foi inaugurado em 1926, numa época em que as salas de cinema proliferavam no bairro da Graça. Era uma sala de pequenas dimensões localizada no 1º andar de um prédio na Rua da Voz do Operário. Curiosamente nunca funcionou como teatro apesar de ter sido baptizado com o nome do principal responsável pela implementação do teatro em Portugal. Sobreviveu poucos anos devido à concorrência de outras salas de maior dimensão e com melhores condições existentes na área. Encerrou no início dos anos 30 sem deixar grandes recordações.
Localização: Rua da Voz do Operário nº 62
26.12.10
Salão Recreio da Graça (1917 - 1936)
De todos os bairros de Lisboa, a Graça foi um dos que mais salas de cinema teve ao longo dos tempos, infelizmente hoje em dia só o Salão da Voz do Operário recebe ocasionalmente ciclos de cinema, tendo todas as restantes salas encerrado a sua actividade. Uma dessas salas foi o Salão Recreio da Graça que abriu ao público em 1917. Embora fosse uma sala simples mantinha sempre um aspecto limpo e cuidado. Apesar da comodidade oferecida pela sala, em 1918 o número de público começou a reduzir drasticamente e a empresa responsável pela sua exploração viu-se obrigada a tentar dividir o cartaz entre as sessões de cinema e de teatro para tentar recuperar alguma assistência. No entanto os esforços para manter o Salão Recreio da Graça aberto não surtiram efeito; apenas alguns meses após o seu encerramento o recinto seria adquirido por outra empresa que levaria a cabo melhorias significativas e tornaria o seu interior mais requintado. Assim, a 1 de Março de 1919 reabria o Salão Recreio com o seu novo interior. O investimento feito iria revelar-se compensador passando o recinto a receber uma clientela muito mais assídua e em maior número. O Salão Recreio da Graça iria ainda prolongar a sua actividade até aos anos 30.
Localização: Rua da Voz do Operário
Salão das Trinas (1919 - 1942)
Nas primeiras décadas do século XX a enorme popularidade do cinema levou ao aparecimento nos bairros típicos lisboetas de diversas salas de cinema de pequena dimensão. O bairro da Madragoa não foi excepção e também ali iria surgir uma pequena sala de cinema. O Salão das Trinas que devia o seu nome à rua onde se localizava, veio ocupar o espaço onde desde há algum tempo funcionava uma modesta sala de teatro. Após terem sido concluídas as obras de modernização e adaptação da antiga sala de teatro a exibições cinematográficas, em Dezembro de 1919 era inaugurado o Salão das Trinas. No entanto, tal como havia sucedido com a exploração teatral daquele recinto, também a exploração cinematográfica teve uma curta duração. Muito esporadicamente o espaço seria utilizado para exibição de filmes, mas a partir dos anos 40 deixaria de se ouvir falar do Salão das Trinas, desta feita em definitivo, não restando actualmente qualquer vestígio físico da sua existência.
Localização: Rua das Trinas













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