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22.3.12

Cine-Teatro Eden (Porto)


Fachada do Cine-Teatro Eden



Gravura do interior do Eden


(Gravura retirada da revista "Ilustração Portuguesa" e fotografia retirada do Arquivo Municipal do Porto)


O Eden Teatro foi um teatro portuense que ficou ligado à história da cidade e do país pelo papel importante que teve durante o período da revolução monárquica de 1919. Era um ponto de encontro de simpatizantes da causa monárquica, sendo por isso escolhido simbolicamente pelas forças republicanas como local de aprisionamento e de interrogatório. Segundo os relatos escritos da época, existia no local um piano que tocava enquanto eram levadas a cabo torturas. Tal como sucedeu com vários outros teatros, também o Eden passaria a cinema durante os anos 30 e 40. Foi demolido por volta de 1948.

Localização: Rua Alexandre Herculano

21.3.12

Salão-Jardim Passos Manuel (Porto)


Entrada do Salão-Jardim Passos Manuel

Jardim e esplanada

Salão principal

Sala de espetáculos

Restaurante

Coreto

Central Elétrica

Palco de Exterior

(Fotografias retiradas do Arquivo Municipal do Porto)

O Jardim Passos Manuel, situado na rua do mesmo nome, foi inaugurado a 18 de Março de 1908. Dispunha de jardins com esplanada e uma sala de bingo no local hoje ocupado pelo Cinema Passos Manuel. Tinha também um cinema ao ar livre, uma central elétrica que fornecia energia às ruas limítrofes, um restaurante, um quiosque de venda de jornais e revistas, um salão exclusivo para reuniões de negócios, um café-concerto que tinha em permanência uma orquestra, um clube noturno e um recreio para crianças. No jardim, um coreto servia de palco a diversas atuações de bandas filarmónicas. Este espaço, foi demolido em 1938, nascendo no seu lugar o Coliseu do Porto e o Cinema Passos Manuel.

Localização: Rua Passos Manuel

20.3.12

Salão High-Life/Batalha (Porto)


Fachada do Novo Salão High-Life/Batalha




Planta do antigo Cinema Salão High-Life/Batalha


(Fotografia e planta retiradas do Arquivo Municipal do Porto)




Depois de ter passado pela Boavista e pela Cordoaria, em 29 de Fevereiro de 1908 o Salão High-Life mudou-se para a sua morada definitiva na Praça da Batalha. O novo edifício de pedra e cal com uma magnífica fachada tournou-se de imediato um sucesso, passando a ser considerado um cinema de prestígio. Com os seus 1082 lugares, dispostos entre plateia, tribuna e balcão, foi durante muitos anos um dos maiores cinemas do Porto. Em 1913 tomará o nome definitivo de Cinema Batalha. A sua capacidade de atrair público manteve-se durante os seus 38 anos de existência. Em 1946 foi demolido para dar lugar ao novo Cinema Batalha.


Localização: Praça da Batalha nº 47

18.3.12

Cine-Teatro Vasco da Gama (Porto)

Planta do Cine-Teatro Vasco da Gama

(Planta retirada do Arquivo Municipal do Porto)



Numa propriedade que herdou na Foz do Douro, decidiu João Leite da Gama abrir algumas ruas e edificar um teatro, que denominou de Vasco da Gama. Em 1887, este teatro funcionava instalado num grande edifício, com camarotes, plateia e geral. No século XX exibiu cinema mudo e mais tarde serviu de sede ao Ginásio Clube da Foz. Foi demolido por volta de 1945. Desapareceu o teatro, mas ficou o nome da rua.

Localização: Rua do Teatro

16.3.12

Rendez-Vous D´Elite (Porto)

Castelo de São João da Foz, local onde existiu o Cinema Rendez-Vous D´Elite


(Fotografia retirada da Wikipédia)

O Cinema Rendez-Vous D´Elite situava-se no Castelo da Foz do Douro e abriu ao público em Julho de 1907. O espaço pertencia à "Empreza Cynematográfica Portugueza", de Neves e Pascaud, que também geria o Salão High-Life. Foi concebido como cinema de projeção ao ar livre, vocacionado para atrair as famílias burguesas da cidade que durante o Verão passavam férias na Foz do Douro. As sessões esgotavam com frequência. A comodidade era ponto assente e o preço dos bilhetes assegurava uma afluência de elite. O facto de ser um local de projeção ao ar livre limitava a sua utilização aos meses de verão, não obstante, as sessões mantiveram-se um sucesso até à altura da 2ª Guerra Mundial. Com o fim da neutralidade por parte do nosso país, as principais cidades portuguesas tiveram de adotar medidas de defesa contra uma eventual invasão, sendo uma delas a redução da iluminação noturna ao mínimo, com exceção dos holofotes das anti-aéreas que varriam os céus regularmente em exercícios cada vez mais regulares. As últimas sessões, muito esporádicas, ocorreram por volta de 1944, culminando com o encerramento definitivo do espaço.


Localização: Castelo de São João Baptista da Foz

1.3.12

Salão Chiado (Porto)

Local onde terá existido o Salão Chiado do Porto

(Fotografia retirada do Google Maps)

O Salão Chiado do Porto foi uma pequena sala de cinema inaugurada em Agosto de 1907, tendo encerrado por volta de 1934. Localizava-se na Rua das Carmelitas e foi pioneiro na utilização de 'cupões de desconto'. Os 'cupões' eram publicados diariamente no "Jornal de Notícias" e davam um desconto de 20% na aquisição de um bilhete.


Localização: Rua da Carmelitas

20.2.12

Salão Pathé (Porto)

Local onde existiu o Salão Pathé


(Fotografia retirada do "Google Maps")


Inaugurado em Agosto de 1907, o Salão Pathé gozou de grande popularidade nos primeiros anos da sua existência. Segundo notícias publicadas na época, as sessões com lotação esgotada eram comuns. Tal sucesso era devido, em grande parte, ao facto de ser frequentado maioritariamente pela burguesia, atraída pelas excelentes instalações do salão, que eram consideradas na altura as mais completas, confortáveis e elegantes da cidade do Porto. Inicialmente, eram projetadas duas a três sessões diárias. Com o surgimento do cinema sonoro, o Pathé foi entrando em declínio e acabaria por encerrar por volta de 1932.


Localização: Rua da Conceição / Rua José Falcão

19.2.12

High-Life / Cordoaria (Porto)

Jardim João Chagas, antigo Jardim da Cordoaria, onde se localizava o 2.º Cinema High-Life construído no Porto

(Fotografia retirada do "Photobucket")


Em 1906 a empresa Neves e Pascaud, responsável pelo Salão High-Life situado na Rotunda da Boavista, decidiu mudar a localização do mesmo para o então Jardim da Cordoaria, atual Jardim João Chagas. A nova localização, mais central, atraiu um número ainda maior de público. Durante dois anos, António Neves e Edmond Pascaud conseguiram juntar dinheiro suficiente para, em 1908, construirem uma sala de pedra e cal na Praça da Batalha, que viria a ser uma das mais emblemáticas salas de cinema da cidade do Porto.


Localização: Jardim João Chagas

18.2.12

High-Life / Boavista (Porto)

Rotunda da Boavista, local onde existiu o primeiro High-Life

(Fotografia retirada do site do Expresso de Amarante)


No Verão de 1906 os portuenses assistiram à primeira sessão de cinema aberta ao público. O espetáculo teve lugar num barracão de madeira e zinco com o nome de Salão High-Life, montado na Feira de São Miguel, no campo onde mais tarde iria nascer a atual Rotunda da Boavista. Durante dois meses as sessões de animatógrafo fizeram sucesso e a afluência bastante elevada de público levou a que a empresa Neves e Pascaud decidisse mudar o espetáculo para um espaço mais amplo no Jardim da Cordoaria.


Localização: Rotunda da Boavista

8.2.12

Cinema da Carvalhosa (Porto)

Garagem no edifício original do Cinema da Carvalhosa


Local onde existiu o antigo Cinema Carvalhosa



O Cinema da Carvalhosa situava-se ao lado do edifício da Faculdade de Farmácia e em 1905 já exibia películas. Encerrou a sua actividade cerca de 1926, sendo durante os anos 30 convertido em garagem. Algumas décadas depois, o edifício foi demolido sendo substituído por outro mais moderno e curiosamente voltou a funcionar como garagem.

Localização: Rua de Aníbal Cunha

7.2.12

Cine-Foz (Porto)



Cine-Foz

Local onde terá existido o Cine-Foz
(Fotografia do Cine-Foz cedida gentilmente pelo Senhor Oscar Malheiro)
Quase esquecido nas brumas do tempo, o Cine-Foz teve um papel importante na história do cinema não só da cidade do Porto mas também do próprio país nos primeiros anos do cinema em Portugal. Entre 1902 e 1903 foi inaugurado na Foz, mais precisamente na Esplanada do Castelo, um local onde as sessões de animatógrafo fizeram sucesso. Prolongou a sua atividade até sensivelmente 1958, mas atualmente poucas memórias restam a não ser o nome enigmático de um cabeleireiro localizado no n.º97 da Esplanada do Castelo que ostenta nem mais nem menos do que o nome "Cine Foz". Será uma pista da localização da antiga sala de cinema? Resta-me deixar um agradecimento especial ao Senhor Oscar Malheiro, pela cedência da fotografia do Cine-Foz para que pudesse figurar no nosso Blogue. 

Localização: Esplanada do castelo nº97

16.9.11

Salão Portugal - Alfama (1919 - 1920)


( Local onde existiu o Salão Portugal-Alfama)


Inaugurado a 11 de Outubro de 1919, o Salão-Portugal foi a primeira sala de cinema do bairro de Alfama. Foi construído dentro de um antigo armazém e tinha uma lotação total de 400 lugares, divididos entre a plateia e o balcão. Existia uma varanda com janelas amplas onde se podia apreciar a vista nos intervalos, bem como um bar ao lado do balcão. Apesar do excelente primeiro impacto causado, o Salão Portugal apenas conseguiu manter as portas abertas meio ano acabando por fechar em Março de 1920. Má gestão por parte da administração foi a principal causa apontada, na época, para o sucedido. Actualmente, a varanda já não existe mas ainda se pode ver no nº18 da Rua de São João da Praça uma rampa de acesso a um pátio onde se localizava o portão de entrada e à direita uma escada de pedra que dava acesso ao balcão.



Localização: Rua de São João da Praça nº 18

21.4.11

Cinema Portugália (1954 - 1955)


Edifício sede da Cervejaria-Restaurante Portugália


A cervejaria Portugália é a mais conhecida do país tendo hoje uma cadeia de restaurantes e balcões espalhados um pouco por todo o lado; no entanto, a sua casa mãe que se situa na Av. Almirante Reis continua a ser a mais emblemática. Em 1912 resultando da fusão entre a Fábrica de Cerveja Leão e a Companhia Portuguesa de Cervejas, surge a Fábrica de Cerveja Germânia. A fábrica foi construída nos terrenos da Av. Almirante Reis tendo sido posteriormente acrescentado um balcão de venda ao público. Em 1916 o nome da fábrica é mudado para Portugália, Lda e em 1925 após obras de alargamento surge a cervejaria. Entre as décadas 30 e 50 a cervejaria atinge o auge da sua popularidade tornando-se ponto de encontro de várias personalidades públicas da sociedade portuguesa. Nos anos 50 a cervejaria sofre uma reestruturação profunda com o alargamento do restaurante, a criação de uma sala de bilhar no 1º piso e um terraço no topo do edifício onde funcionou durante algum tempo um cinema ao ar livre. A fábrica foi recentemente demolida restando actualmente apenas a cervejaria e do cinema poucos se recordam.


Localização: Av. Almirante Reis nº 117

Cinema Império (1916 - 1918)


Local onde existiu o Cinema Império-Estefânia


Ao contrário do seu homónimo Cinema Império da Alameda, o primeiro Animatógrafo a ser inaugurado no bairro da Estefânia é hoje uma memória quase perdida no imaginário dos lisboetas. Inaugurado em 1916 o Cinema Império foi apelidado pelos seus proprietários de Cinema da elite. Foi concebido para satisfazer como público alvo a pequena burguesia que compunha a maioria da população do bairro na segunda década do séc. XX. A principal novidade apresentada foi o facto dos primeiros espectadores a comprar os bilhetes com algum tempo de antecedência terem direito a lugar marcado e a receber um programa. Convém recordar que até então não era habitual existirem lugares marcados, sendo os mesmos ocupados aleatoriamente ao ritmo a que os espectadores iam entrando na sala. A julgar pela curta vida que este animatógrafo teve, encerrando dois anos após a sua inauguração, a novidade não foi suficiente para cativar o seu público.


Localização: Rua Pascoal de Melo nº 63

9.4.11

Belém Cinema (1925 - 1943)

Local onde existiu o Belém Cinema

A zona de Belém sempre esteve intimamente ligada à história do cinema em Portugal. Foi lá que foi inaugurado em 1910 o primeiro estúdio cinematográfico do país e de onde durante vários anos saíram a maior parte das produções nacionais. Não é por isso de estranhar que também os animatógrafos e salas de cinema por lá surgissem. Em 25 de Junho de 1925 foi inaugurado o Cinema Belém. Era inicialmente um recinto modesto sem grandes comodidades nem luxos que funcionava num barracão. O seu sucesso crescente permitiu aos seus proprietários anos mais tarde receitas suficientes para erguer no local do antigo barracão um edifício de pedra e cal com condições francamente melhores para receber os espectadores.  A sua lotação situava-se nos 500 lugares. Com o novo edifício veio um novo nome e a sala passou a denominar-se Belém Jardim. A crescente urbanização da zona e o alargamento do bairro de moradias do Restelo acabou por ditar a sua demolição.

Localização: Rua Paulo da Gama

4.4.11

Salão Edison (1919 - 1941)


Local onde existiu o Salão Edison


No início de 1919 a meio caminho entre os bairros de Santa Catarina e da Lapa, mais precisamente no Largo do Conde Barão, foi inaugurado um novo recinto com o nome de Salão Edison. Esta sala de cinema localizava-se dentro de um pátio interior, algo que durante algum tempo esteve na moda como podemos constatar por outros exemplos como o Cine-Teatro do Rato ou o Casino Étoile na Estrela. Apesar da localização recôndita sobreviveu mais tempo do que muitos dos seus conterrâneos, devendo-se tal ao facto de não ter qualquer concorrência próxima. Com efeito durante muitos anos nenhuma outra sala de cinema foi inaugurada nesta parte da cidade. Quem hoje em dia se deslocar ao Largo do Conde Barão, entrando pelo portão com o nº 50 e atravessando um arco, pode ver o amplo espaço de um pátio interior coberto e que hoje em dia funciona como parque de estacionamento mas durante vários anos foi sala de cinema.

Localização: Largo do Conde Barão nº 50

31.12.10

Animatographo de Alcântara (1909 - 1922)


Fachada do Animatographo de Alcântara

Interior do Animatographo de Alcântara

(Fotografias retiradas do Arquivo Municipal de Lisboa)


Inaugurado em 1909, com o nome de Grande Animatographo de Alcântara foi nos primórdios do cinema em Portugal uma das principais salas não só de Lisboa como do país. Era um dos mais vastos recintos da época embora tivesse instalações bastante modestas. Em 1914 ao mudar de proprietário muda também de nome passando a denominar-se simplesmente Animatographo de Alcântara. Na noite de 8 de Julho de 1918 um curto circuito deu origem a um violento incêndio que destruiu por completo o recinto. O publicista Ludgero Viana que era na época o empresário responsável pela exploração da sala não tinha nada coberto por seguros o que lhe valeu um prejuízo considerável. No entanto a propriedade propriamente dita, que abrangia o terreno e o imóvel, pertencia ao industrial J. Lino e essa estava coberta por um seguro. No final do ano foram iniciadas as obras de reconstrução que foram executadas em tempo recorde permitindo a reabertura ao público em Janeiro de 1919. O Animatographo de Alcântara continuou a sua actividade até 1922, ano em que encerrou em definitivo.

Localização: Av. 24 de Julho nº 174

Gil Vicente (1926 - 1930)


Local onde existiu o Cinema Gil Vicente


O Cinema Gil Vicente foi inaugurado em 1926, numa época em que as salas de cinema proliferavam no bairro da Graça. Era uma sala de pequenas dimensões localizada no 1º andar de um prédio na Rua da Voz do Operário. Curiosamente nunca funcionou como teatro apesar de ter sido baptizado com o nome do principal responsável pela implementação do teatro em Portugal. Sobreviveu poucos anos devido à concorrência de outras salas de maior dimensão e com melhores condições existentes na área. Encerrou no início dos anos 30 sem deixar grandes recordações.

Localização: Rua da Voz do Operário nº 62

26.12.10

Salão Recreio da Graça (1917 - 1936)


Local onde se encontrava instalado o Salão Recreio da Graça


De todos os bairros de Lisboa, a Graça foi um dos que mais salas de cinema teve ao longo dos tempos, infelizmente hoje em dia só o Salão da Voz do Operário recebe ocasionalmente ciclos de cinema, tendo todas as restantes salas encerrado a sua actividade. Uma dessas salas foi o Salão Recreio da Graça que abriu ao público em 1917. Embora fosse uma sala simples mantinha sempre um aspecto limpo e cuidado. Apesar da comodidade oferecida pela sala, em 1918 o número de público começou a reduzir drasticamente e a empresa responsável pela sua exploração viu-se obrigada a tentar dividir o cartaz entre as sessões de cinema e de teatro para tentar recuperar alguma assistência. No entanto os esforços para manter o Salão Recreio da Graça aberto não surtiram efeito; apenas alguns meses após o seu encerramento o recinto seria adquirido por outra empresa que levaria a cabo melhorias significativas e tornaria o seu interior mais requintado. Assim, a 1 de Março de 1919 reabria o Salão Recreio com o seu novo interior. O investimento feito iria revelar-se compensador passando o recinto a receber uma clientela muito mais assídua e em maior número. O Salão Recreio da Graça iria ainda prolongar a sua actividade até aos anos 30.

Localização: Rua da Voz do Operário

Salão das Trinas (1919 - 1942)


Local onde existiu o Salão das Trinas


Nas primeiras décadas do século XX a enorme popularidade do cinema levou ao aparecimento nos bairros típicos lisboetas de diversas salas de cinema de pequena dimensão. O bairro da Madragoa não foi excepção e também ali iria surgir uma pequena sala de cinema. O Salão das Trinas que devia o seu nome à rua onde se localizava, veio ocupar o espaço onde desde há algum tempo funcionava uma modesta sala de teatro. Após terem sido concluídas as obras de modernização e adaptação da antiga sala de teatro a exibições cinematográficas, em Dezembro de 1919 era inaugurado o Salão das Trinas. No entanto, tal como havia sucedido com a exploração teatral daquele recinto, também a exploração cinematográfica teve uma curta duração. Muito esporadicamente o espaço seria utilizado para exibição de filmes, mas a partir dos anos 40 deixaria de se ouvir falar do Salão das Trinas, desta feita em definitivo, não restando actualmente qualquer vestígio físico da sua existência.

Localização: Rua das Trinas