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27.4.15

Alfa Duplex (Évora)


Edifício do antigo Centro Comercial Eborim

(Fotografia retirada de maisevora.blogspot.pt)

As salas de cinema Alfa Duplex, exploradas pela empresa Zon Lusomundo, foram durante mais de duas décadas a principal referência para os cinéfilos eborenses. As duas salas localizavam-se dentro do Centro Comercial Eborim, que foi inaugurado em 1983. As salas de cinema foram um balão de oxigénio para o centro comercial durante vários anos, mas o seu encerramento acabaria por ditar também o encerramento do próprio centro em 2009. Depois de vários anos votado ao abandono, o edifício está agora a ser convertido em hotel.

Localização: Av. da República nº 142   

24.8.14

São José (Póvoa de Sto. Adrião)


Auditório Municipal, antigo Cinema São José

(Fotografia retirada de boacamaboamesa.expresso.sapo.pt)

O Cinema São José foi uma antiga sala localizada na Póvoa de Santo Adrião, em Odivelas. Teve um relativo sucesso durante o seu tempo de atividade. Depois de encerrar por volta de 1990, esteve desativado vários anos, até ser recuperado e transformado em Auditório Municipal. Infelizmente viria a ser encerrado de novo, devido a falta de programação, eventos e alguém que apostasse nele.

Localização: Rua Padre José Anchieta

23.8.14

Cine Odivel (Odivelas)


(Fotografia retirada de cinemasparaiso.blogspot.pt)

O Cine Odivel, é uma pequena sala localizada naquele que foi o primeiro centro comercial de Odivelas. Inaugurado em 1977, o Centro Comercial Kaué e a sua sala de cinema foram muito populares durante os anos 80. O aparecimento de outros centros comerciais mais modernos e de maiores dimensões retirou muito fulgor ao Kaué, mas o Cine Odivel resistiu de forma heróica até 2004. A sala foi renovada e reabriu em 2011 com o nome de Auditório D. Dinis. 

Localização: Rua Major Caldas Xavier nº 52

19.8.14

D. João V (Damaia)


Cine-Teatro D. João V

(Fotografia retirada de jregiao-online.webnode.pt)

O Cine-Teatro D. João V na Damaia, foi inaugurado em 1966. Foi durante várias décadas uma importante sala de espetáculos com grande impacto cultural não só na Damaia como no próprio município da Amadora e na área metropolitana de Lisboa. A programação de elevada qualidade e as excelentes condições da sala que comportava 500 lugares, atraíram durante muitos anos artistas de renome nacional e internacional. Passaram pelo seu palco Rui Veloso, Carlos do Carmo, Vitorino, Madredeus, Brigada Victor Jara, etc. Um dos concertos míticos que passou pelo D. João V foi o de Bryan Adams em 1988. Em vésperas do festival Rock de Benfica realizado no Estádio da Luz, o músico quis realizar um concerto surpresa para os fãs e foi--lhe aconselhada aquela sala devido à excelente acústica. Muita gente não acreditou nas noticias de última hora que davam a presença do cantor na Damaia, mas os que por lá apareceram podem hoje gabar-se de ter participado naquilo que já é quase considerado um mito urbano. Quanto ás sessões de cinema, elas foram quase sempre contínuas até 1975, sendo que a partir dessa altura o teatro e a música passaram a ter muito mais peso na programação. O Cine-Teatro D. João V encerrou em 2001 e foi adquirido pela Câmara Municipal da Amadora em 2004. Em 2009, finalmente foi aprovada a sua remodelação e transformação num moderno espaço ao serviço da cultura. Está prevista a sua reabertura para 2014, com a redução da sua capacidade para 344 espetadores e a criação de novos espaços polivalentes dentro do edifício.

Localização: Largo da Igreja     

Oceano (Odivelas)


Centro Comercial Oceano

O Centro Comercial Oceano foi durante duas décadas a maior superfície comercial existente em Odivelas. Quando foi inaugurado em 1984, eram poucos os centros comerciais com 3 pisos. A sala de cinema era bastante moderna e ampla, ao contrário da maioria das salas de pequenas dimensões existentes em centros comerciais. Funcionou até 1992. O espaço foi posteriormente ocupado por uma loja de artigos desportivos e mais recentemente é um local de culto.

Localização: Av. Dom Dinis

17.8.14

S.M.O. (Odivelas)


 Interior do Cine-Teatro da S.M.O.

 Palco do Cine-Teatro da S.M.O.

Fachada do edifício sede da S.M.O.

(Fotografias retiradas de www.smodivelense.com)

A história das sessões cinematográficas em Odivelas está intimamente ligada à história da Sociedade Musical Odivelense. Esta instituição foi fundada em 1863 e foi através dela que foram introduzidas as sessões de cinema em Odivelas. As primeiras projeções datam da década de 20, sendo realizadas numa sala cedida por outra instituição: O Clube "Os Passarinhos". Com a edificação da atual sede em 1931, a S.M.O. passou a realizar as sessões em espaço próprio, utilizando para tal o seu salão de festas. Foi durante a década de 30 que o cinema passou a ser a principal fonte de receitas da sociedade. Em 1936, o ministério das obras públicas e comunicações autoriza oficialmente as sessões de cinema na S.M.O., visto estarem reunidas todas as condições para o recinto ser convertido em Cine-Teatro, o que viria a suceder. Em 1938 são inauguradas as sessões ao ar livre durante o verão. Durante quase duas décadas estas sessões decorrem em terrenos particulares mediante acordos com o proprietário, mas em 1956 a situação altera-se. Mediante acordo com o proprietário, é cedido um espaço na Rua do Souto, por trás da Quinta da Memória, onde viria a nascer a Cine Esplanada a 29 de Junho de 1956. Foi preciso esperar mais uma década, até 1967 para que a Secretaria Nacional da Informação, Cultura Popular e Turismo, emitisse a licença definitiva de exploração da esplanada como Cinema. O espaço dispunha de lugar para albergar 500 espetadores. Até 1980 o cinema foi a principal atividade e fonte de receitas, mas o surgimento de novas salas, mais modernas e construídas de raiz acabariam por ditar o desaparecimento do público e o fim das sessões.

Localização: Rua Maria Gomes da Silva Santos nº 7 

12.8.14

Recreios da Amadora (Amadora)


 Edifício dos Recreios da Amadora

Interior da sala de espectáculos

(Fotografias retiradas de www.cm-amadora.pt  e www.panoramio.com)

Os míticos Recreios da Amadora nasceram em Agosto de 1914. O principal pólo cultural da Amadora durante o séc. XX deve a sua existência a José Santos Mattos e António Correia, proprietários da fábrica de espartilhos Santos Mattos. A Amadora do início do século XX era um subúrbio habitado maioritariamente por população fabril. As fábricas existentes na zona e as baixas rendas atraíam muitos trabalhadores e suas famílias que se fixaram em número cada vez maior neste subúrbio da capital. A construção dos Recreios da Amadora permitiu aos amadorenses terem acesso a uma oferta cultural que apenas existia no centro de Lisboa. Em 1943 o edifício principal onde se encontra a sala de espectáculos foi alvo de obras de requalificação sob projecto do Arq. Raul Lima. O antigo Teatro foi transformado num moderno auditório com capacidade para 600 espectadores. Em 1950 iniciou funções de Cine-Teatro com o número de sessões de cinema a sobrepor-se às de teatro. Até encerrar nos anos 80, foi a principal sala de cinema da Amadora. No final da década de 80 foi adquirido pela Câmara Municipal da Amadora. Depois de sofrer várias obras de modernização reabriu ao público em 1997 com um novo auditório construído de raiz. Foram, mantidas a fachada original e o foyer, devido à sua beleza arquitectónica. O novo espaço polivalente está equipado com um auditório com capacidade para 215 espectadores, duas salas estúdio com 50 e 30 lugares respectivamente e um salão nobre onde podem ser levadas a cabo exposições.

Localização: Av. Santos Mattos nº 2       

26.3.14

Cine-Teatro Salvador Marques (Alhandra)



Interior do Cine-Teatro Salvador Marques

(Fotografia retirada de aviagemdosargonautas.net)

O Cine-Teatro Salvador Marques em Alhandra foi inaugurado a 7 de Abril de 1905. Em 1914 tiveram início as sessões de cinema ao ar livre no terraço do edifício. No início dos anos 30 a popularidade do cinema rivalizava já com o teatro. Foram as receitas das sessões de cinema que permitiram manter as portas abertas e como tal ficou decidido que a sala principal seria dotada de condições para receber as sessões durante todo o ano. Em 1933 é inaugurado o cinema sonoro.O cinema reinou na programação do Cine-Teatro Salvador Marques até 1963. A partir de 1964 a sala regressou à sua função original de teatro. Em 1984 o Teatro Salvador Marques fechou portas não voltando a abrir ao público.

Localização: Rua Miguel Bombarda nº 57

5.11.13

Júpiter (Setúbal)


Edifício do antigo Cinema Júpiter

(Fotografia retirada de googlemaps)

O Cinema Júpiter foi uma das principais salas de cinema de Setúbal durante os anos 80. O cinema foi inaugurado em 1978 mas o edifício é anterior a essa data. Encerrou em 1992 sendo posteriormente comprado pela IURD. Atualmente, é um centro de ajuda espiritual.

Localização: Rua 22 de Dezembro

8.8.13

Freeport (Alcochete)



Freeport Outlet de Alcochete

(Fotografia retirada de www.jmlwaterfeaturedesign.com)

Inaugurado a 9 de Setembro de 2004, o Freeport Outlet de Alcochete é o maior do país. Foi o terceiro Outlet a ser inaugurado em Portugal, depois do Outlet já existente em Vila do Conde, e o segundo da àrea metropolitana de Lisboa depois do Campera Outlet no Carregado. No Freeport foi aberto um dos maiores complexos de salas de cinema existentes em Portugal, com um total de 21 salas. Com muita oferta e pouca procura, os cinemas encerraram, reabriram e voltaram a encerrar, no período de apenas 8 anos. Encerraram em definitivo no início de 2012.  Em Fevereiro de 2013 o complexo de cinemas foi convertido em centro de congressos.

Localização: Av. Euro 2004

14.5.13

Vale Formoso (Porto)


Fachada do Cine-Teatro Vale Formoso

(Fotografia retirada de monumentosdesaparecidos.blogspot.pt)

O Cine-Teatro Vale Formoso foi inaugurado em 1944. Obra da autoria do arquiteto Francisco Granja, foi durante várias décadas uma das melhores salas de cinema do Porto. Fechou portas na década de 80, não conseguindo resistir à concorrência dos centros comerciais e no início dos anos 90 foi comprado pela IURD. Em 2012, a IURD colocou o imóvel à venda. Esperemos que o futuro deste ícone da cidade do Porto passe pela preservação do mesmo e regresse à função original para o qual foi projetado.

Localização: Rua de São Dinis nº 892

24.4.13

Estúdio 400 (Porto)


Fachada do Estúdio 400

(Fotografia da autoria de Teodósio Dias in ruasdoporto.blogspot.pt)

O Estúdio 400, talvez a mais conhecida sala de cinema da zona da Foz, foi inaugurado em 1976. Inserido no salão paroquial de São Miguel de Nevogilde, foi, até à data do seu encerramento nos anos 90, bastante popular. A sala era gerida pelo pároco de Nevogilde e chegou a acolher, durante vários anos, sessões organizadas pelo Cine-clube da Boavista. Depois de terminar a sua atividade como cinema foi utilizado como estúdio pela RTP durante alguns anos. Atualmente, recebe esporadicamente atividades culturais.

Localização: Rua de Sá de Albergaria

19.4.13

Raione (Porto)


Centro Comercial Raione

(Fotografia retirada de Portocity.olx.pt)

Localizado numa galeria comercial de pequena dimensão, escondido da vista e também do público, o cinema Raione, nas galerias comerciais do mesmo nome, teve um existência efémera. Inaugurado em 1982, encerrou em 1984. O espaço é utilizado desde então como discoteca.

Localização: Rua António Borges.

2.12.12

Coliseu (Porto)


 Fachada do Coliseu do Porto

Interior do Coliseu do Porto

O Coliseu do Porto foi inaugurado a 19 de Dezembro de 1941 com um concerto da Sinfónica Nacional, dirigida pelo maestro Pedro de Freitas Branco. O edifício, em estilo Arte Deco, é da autoria dos arquitetos Cassiano Branco e Júlio Brito. A proprietária original do imóvel era a Companhia de Seguros Garantia que financiou em grande parte a obra com o apoio da Câmara do Porto. Esta bela sala de espetáculos acolheu cinema, teatro, ópera, bailado, circo  e, claro, concertos (inicialmente de música clássica e a partir dos anos 80 também Rock e Pop). As exibições de filmes estiveram sempre presentes na programação da sala até ao final dos anos 80.
Em 1995 a Companhia de Seguros AXA, então proprietária do imóvel, inicia negociações com a Igreja Universal do Reino de Deus com vista à venda do imóvel, desencadeando uma das maiores manifestações jamais vistas em Portugal em defesa de um espaço cultural. Várias personalidades ligadas à cultura, às artes e à autarquia local, lideraram as ações de protesto às quais se juntou a população da cidade do Porto. O veto da transação em assembleia municipal, por parte da autarquia portuense, deitou em definítivo por terra as aspirações da IURD de concretizar o negócio.
Em Novembro de 1995, em escritura notarial, outorgada entre a Câmara, a Área Metropolitana do Porto, a Secretaria de Estado e da Cultura e a UAP, constitui-se uma associação sem fins lucrativos com a finalidade de adquirir o Coliseu e geri-lo como espaço de interesse cultural.
O Coliseu do Porto tem 3016 lugares sentados podendo a sua capacidade em concertos ser aumentada para mais de 5000 pessoas.
O espaço dispõe ainda de um salão Ático com capacidade para cerca de 300 pessoas, onde podem ser realizados eventos de menor dimensão.

Localização: Rua Passos Manuel

5.4.12

São João Cine (Porto)


Aspeto do interior do Cine Teatro São João


Interior do Teatro Nacional São João


Fachada do Teatro Nacional São João

Plateia do Teatro Nacional São João

Planta da Sala

(Fotografias retiradas do blog "Skyscrapercity"; planta retirada do blog "Cinemas do Porto")



Inaugurado oficialmente no dia 13 de Maio de 1798, o Real Teatro de São João foi o primeiro edifício portuense construído de raiz, exclusivamente destinado à apresentação de espetáculos. Foi construído, por iniciativa do Corregedor Francisco de Almada e Mendonça e de um grupo de acionistas privados, a partir de um projeto do arquiteto e cenógrafo Vincenzo Mazzoneschi, que havia sido cenógrafo do Teatro Nacional de São Carlos, em Lisboa. A estrutura interior do Real Teatro era muito semelhante à desse teatro lisboeta, embora de dimensões mais reduzidas.

Um incêndio na noite de 11 para 12 de Abril de 1908 destruiu por completo o edifício. A reconstrução foi levada a cabo pelo arquiteto José Marques da Silva. O novo edifício foi inaugurado a 7 de Março de 1920.

Em 1932, acompanhando a decadência da atividade teatral na cidade, passou a chamar-se São João Cine, dedicando a maior parte da sua programação à exibição cinematográfica. Nos anos 50, as limitações da sala para adaptação aos novos sistemas de projeção para telas mais amplas, ditou um decréscimo na afluência de público, culminando no fim das exibições de filmes por volta de 1956. Regressaram as representações teatrais, mas não o público.

O edifício acabaria por entrar numa fase de progressiva degradação. Foi adquirido pelo estado em 8 de Outubro de 1992 e inaugurado cerca de um mês mais tarde, a 28 de Novembro, com a designação oficial de Teatro Nacional São João. Entre 1993 e 1995, foi restaurado, remodelado e reequipado, segundo projeto do arquiteto João Carreira.

Atualmente, passa por um período de prosperidade com uma agenda bastante preenchida e uma boa afluência de público.

Localização: Praça da Batalha

23.3.12

Salão Paraíso (Porto)



Fachada do edifício onde funcionou o Salão Paraíso


Interior do Salão Paraíso


(Fotografias retiradas do Google maps e Arquivo Municipal do Porto)



O Salão Paraíso foi uma sala que ao longo dos seus já largos anos de existência funcionou como local de espetáculos musicais e sala de cinema. A sala, de pequenas dimensões, é ricamente decorada e servia de local de encontro de famílias abastadas. Chegou a ter durante alguns anos o nome de Salão Cinematográfico Portuense. Funcionou como cinema durante os anos 30 e 40 sendo as últimas sessões levadas a cabo por volta de 1949.


Localização: Rua da Alegria nº 665

10.2.12

Sá da Bandeira (Porto)



Teatro Sá da Bandeira



Interior do Teatro Sá da Bandeira



O Cine-Teatro Sá da Bandeira é uma das mais importantes salas de espetáculo do país, tendo um papel determinante na história do teatro e do cinema em Portugal. Ele acolheu a primeira apresentação do animatógrafo na cidade do Porto, a 17 de Julho de 1896 e a 12 de Novembro de 1896, foram apresentados, por Aurélio da Paz dos Reis, os primeiros filmes realizados por um português. Inaugurado a 4 de Agosto de 1855 com o nome de Teatro Circo, este espaço começou por funcionar num barracão que só em 1867 foi substituído por um edifício de pedra e cal. Este, foi demolido em 1877 dando lugar ao atual edifício que se mantém inalterável até hoje. Teve como primeiro nome Teatro do Príncipe Real. Durante a primeira década de existência do animatógrafo foi mantendo sessões com alguma regularidade, acabando por assumir em definitivo a função de teatro. Com a implantação da República, em 1910, passou a chamar-se Teatro Sá da Bandeira, nome que manteve até aos nossos dias.

Localização: Rua Sá da Bandeira nº 108

24.9.11

Fundação Calouste Gulbenkian (1973 - 2002)


Fachada do edifício principal da Fundação Calouste Gulbenkian


Interior do Grande Auditório da Gulbenkian


Fundada em 1956, a Fundação Calouste Gulbenkian só viria a ocupar as actuais instalações junto à Praça de Espanha em Lisboa no ano de 1969. O enorme complexo possui um museu, um grande auditório, espaços de exposições, uma biblioteca de arte, vários auditórios de média e pequena dimensão, e também o Centro de Arte Moderna. Tudo isto se encontra rodeado pelo Parque Gulbenkian, um local de lazer com lagos, estátuas e um grande anfiteatro de pedra que recebe concertos de música e representações teatrais durante os meses de verão. O Grande Auditório foi durante vários anos utilizado como local de lançamento de filmes, inclusive estreias nacionais absolutas. Recordo-me perfeitamente do meu pai mencionar que foi lá que viu pela primeira vez o filme "Dune" de David Linch em 1984. A estreia era tão fresquinha que o filme ainda nem tinha legendas!

Localização: Av. de Berna nº 45 A

Fórum Picoas (1977 - 1996)


Vista aérea do Fórum Picoas


Inaugurado em 1977, o Fórum Picoas foi desde sempre muito mais do que um edifício ligado às empresas de telecomunicações. O enorme complexo possui no seu interior para além dos escritórios, salas de exposições e um auditório. Foi nesse auditório que vários ciclos de cinema e documentários foram exibidos durante vários anos. Inicialmente utilizado com mais frequência para projecções, actualmente é utilizado quase exclusivamente para palestras ou reuniões. Foi lá que estreou em 1983 o filme documental português "O nosso futebol".

Localização: Av. Fontes Pereira de Melo nº 38 C

16.7.11

Salão Fantástico (1909 - 1918)


Salão Fantástico

(Fotografia retirada de cinemasparaiso.blogspot.pt)

Um dos mais antigos animatógrafos de Lisboa e do país foi o Salão Fantástico. Inaugurado em 1909, fez sensação devido à sua decoração cuidada e bastante arrojada para a época. O interior da sala tinha uma atmosfera diferente devido essencialmente à decoração do tecto que ostentava estalactites feitas de pasta de papel. Em conjunto com uma iluminação bem conseguida a realçar essa particularidade, o espectador quase que se podia sentir como estando dentro de uma gruta. Em 1915 muda de donos e também de nome, passando a designar-se "Paradis". Um ano depois volta a mudar de empresa exploradora e desta vez passa a chamar-se Salão Rubi. Em 1917 terminam as exibições cinematográficas e o local passa a ser utilizado como teatro recuperando o nome Fantástico. As constantes mudanças de administração devidas a má gestão provocam uma instabilidade que acabaria por ditar o seu encerramento definitivo em 1918.

Localização: Rua do Jardim do Regedor nº 4